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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

RELAÇÕES INTERPESSOAIS

Um tema muito importante nas nossas vidas, seja em sociedade, no seu sentido mais abrangente, seja em família – comunicação interpessoal. Visando o bem – estar pessoal, mas acima de tudo, o relacionamento com os outros, é essencial conhecer primeiro a nós próprios para depois poder conhecer os outros. O seu auto – conhecimento deve visar a auto – estima, a auto – confiança e o auto – domínio, uma forma de inteligência emocional, para comunicar de forma construtiva. Cada um deve conhecer a origem das suas emoções para assim poder lidar com elas, não deixando que a hostilidade mine os relacionamentos. Uma pessoa sem auto – domínio tem explosões irracionais, não conquista o respeito dos outros e torna-se companhia indesejável. As emoções devem ser temperadas pela razão. Comunicar não é só falar – os gestos, a expressão corporal, o olhar e até o vestir, transmitem sempre muito do que pensamos e sentimos.
É tendo em conta as diferentes personalidades das pessoas com quem nos relacionamos, que devemos escolher a forma mais acertada de lidar com elas. A atitude e compreensão aliadas a diálogo afirmativo, à sabedoria de saber perguntar e, acima de tudo, de saber ouvir, são condições vitais para que se estabeleça uma boa comunicação.
Para que um diálogo seja autêntico nunca podemos esquecer três aspectos fundamentais: valorização dos pontos de acordo, respeito pelos outros e abertura de espírito, para aceitar novos pontos de vista, mas defendendo os nossos com frontalidade, sem nunca usar de arrogância. Em suma, tem que existir tolerância e direito à diferença de opinião. E já agora, façam o favor de dialogar mais!
A comunicação entre as pessoas é actualmente um aspecto que ganha destaque pela sua importância na qualidade de vida. Assistimos constantemente na comunicação social, situações próprias do quotidiano, que terminam em acções violentas, chegando, por vezes, às últimas consequências. Do mesmo modo assistimos a conflitos que envolvem até os órgãos responsáveis, eles próprios, pela segurança.
Esta situação leva a um formato social preocupante, onde o mediatismo, a intolerância com a dificuldade, seja em que grau for, vão assumindo relevância predominante nas relações pessoais.
Isso remete-nos a perguntas essenciais: Em que momentos deixamos de utilizar recursos, que nós próprios, para nos comportarmos de modo irracional? Quando foi que a boa conversa, deixou de fazer parte do nosso dia-a-dia, deixando espaço sem regras, dentro da dinâmica social?
Apontar o dedo para a sociedade, tratando-a com hipócrita, atribuindo-lhe culpa, não irá resolver a situação, pois a sociedade é uma reunião de pessoas, o que nos inclui definitivamente, tornando-nos elementos integrantes e participativos dentro dela, seja de modo pró – activo ou não. A sociedade, portanto, não é uma “entidade”, um “ser”, mas é o conjunto das pessoas, e estas sim, é que determinam as características que a sociedade terá.
Se temos como objectivo, uma sociedade diferente, então temos que mudar as pessoas; a sua maneira de pensar e sentir, para que se possa alterar a conduta, já que são essas maneiras de ser que determinam o comportamento humano.
A linguagem é a principal forma de comunicação e transmissão de conhecimentos, ideias, crenças e até emoções. Tem igualmente um papel preponderante no processo de relacionamento social.
O convívio colectivo garante a saúde do grupo e enriquece o individuo que se dispõe a dedicar-se na arte da conversa. Seja ela técnica, académica, social, não importa, é a conversa que cria o elo que activa a sociedade.
Quando falamos em comunicação interpessoal, podemos pensar em pontes. Criar pontes entre os corações, parece uma maneira simples de compreender a questão. Quanto mais pontes criamos, mais opções teremos por onde transitar. Lembrando sempre que cada qual passeia pelas pontes sem aprisionar ninguém em seu “território” e nem abandonar o seu em detrimento do outro. Este ir e vir entre o coração das pessoas é, em verdade, a base do movimento social autêntico. Quando as pessoas convivem dentro deste ritmo parece haver naturalmente harmonia e entendimento. A conversa é o meio do qual dispomos a nos fazer entender. Possui regras que asseguram um bom desempenho, de modo a facilitar as relações Interpessoais.
É preciso considerar o poder que as palavras exercem sobre nós. Quando ouvimos um elogio, há um bem-estar que nos invade e acaba por influenciar nossas acções. Da mesma maneira, quando ouvimos uma ofensa, reagimos de acordo com ela, e passamos a nos comportar também de acordo. Esse simples exemplo realça a importância que as palavras têm no convívio social.
publicado por CSPS às 16:44
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